Vacinação HPV

O HPV (Papiloma vírus humano) é uma doença sexualmente transmissível, que pode ser transmitida mesmo com o uso do preservativo. Em caso de contaminação pela doença, podem aparecer verrugas em diferentes partes do corpo, como nos lábios, na pele, nas genitais, e até mesmo lesões mais graves nessas regiões que tendem a evoluir para o câncer no colo do útero nas mulheres e câncer no pênis nos homens.


Com o objetivo de conter os avanços do HPV, que atinge uma média de 290 milhões de mulheres em todo o mundo, foi criada uma vacina em 2006, na Austrália, que até o momento já foi adotada pelo sistema de saúde de mais de 50 países. Após a adoção da vacina contra o HPV, os índices de infecção pela doença foram drasticamente reduzidos. Na Austrália, estima-se que os casos de contaminação de HPV caíram em 90%, enquanto nos Estados Unidos, a redução alcança a casa dos 50%.


A vacina é aplicada em meninas entre os 9 e 13 anos pois foi comprovada uma eficácia maior da vacina em garotas que ainda não tenham tido qualquer tipo de contato sexual. Além disso, é nessa faixa etária que o organismo responde melhor ao procedimento.


Em relação aos efeitos colaterais, não existe ainda nenhuma comprovação de que a vacina contra o HPV possa causar qualquer dano às meninas que se submetem a recebê-la. Em todos os países que aderiram ao procedimento, não foram registradas ocorrências graves, apenas casos esporádicos de dores de cabeça, febre ou dores leves no local da injeção, reações consideradas comuns para qualquer vacina. Portanto, a vacinação contra o HPV é considerada segura e fortemente indicada para as meninas que estejam nessa faixa etária.


Para chamar a atenção da população brasileira para a importância da vacina contra o HPV, o Ministério da Saúde, em parceria com as Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde, criou uma campanha de incentivo à vacinação. Desse modo, para ter acesso à vacina, basta que qualquer menina entre os 9 e 13 anos se dirija até um posto de atendimento do Sistema Unificado de Saúde (SUS).


A vacina consiste em três doses e, para recebê-las, é necessário levar a carteira de vacinação e um documento de identificação. A segunda dose da vacina deve ser tomada em um período de seis meses após a primeira dose, e a terceira após cinco anos. Ao seguir essas medidas, as chances das meninas vacinadas em contraírem a doença são drasticamente reduzidas, desse modo, é importante a conscientização sobre o HPV e a importância da vacinação.



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Alimentos que ajudam e pioram a enxaqueca

As dores de cabeças fortes e frequentes, conhecidas como enxaquecas, afetam em média, um em cada cinco brasileiros. Além da sensação de mal-estar provocada pela dor, outros sintomas como náuseas, tonturas e visão embaçada também podem ser sentidos por quem sofre com esse mal.

O que muitas pessoas não sabem é que existe um método natural para amenizar as enxaquecas, que é o controle da alimentação. Primeiramente, é importante não pular refeições e se alimentar a cada três horas, pois quando o organismo fica muito tempo sem receber a energia provida pelos alimentos, os níveis de açúcar no sangue diminuem, causando a hipoglicemia que muitas vezes resulta em fortes enxaquecas.

Além disso, existem alguns alimentos que agravam as dores de cabeça e precisam ser evitados. São eles:

- Doces, chocolates e biscoitos, pois possuem uma grande quantidade de açúcar e aumentam a produção de insulina, o que contribui para o surgimento das enxaquecas.


- Café e refrigerante, a cafeína presente nessas bebidas aumenta a pressão arterial e provoca ansiedade nas pessoas, portanto, as chances de desenvolver dores de cabeça também aumentam.


- Vinho, cerveja e bebidas alcoólicas em geral, pois essas bebidas contém substâncias como a histamina e a tiramina, que causam intensas dores de cabeça.


Todavia, também existem determinados alimentos capazes de causar o efeito inverso, eliminando progressivamente as dores de cabeça e seus sintomas. Esses alimentos são:


- Feijão, batata, ervilha e tomate, além de possuírem magnésio, esses alimentos também contém um aminoácido responsável por aumentar a sensação de bem-estar e conforto no organismo, portanto, são boas opções para amenizar os sintomas da enxaqueca.


- Maça e kiwi, essas frutas são antioxidantes e auxiliam no bloqueio contra substâncias que iniciam dores de cabeça.


- Chá de camomila e de gengibre, esses dois tipos de chá possuem componentes que neutralizam os efeitos da enxaqueca e por isso são a melhor alternativa para as situações em que a dor de cabeça já está forte.


Segundo os especialistas, a água também ajuda no combate à enxaqueca, desse modo, aqueles que sofrem com a doença devem ingerir diariamente os dois litros de água recomendados pelos médicos. Igualmente a uma boa alimentação, dormir bem à noite, mantendo cerca de sete à oito horas de sono por dia e evitar o estresse e a ansiedade, são algumas outras formas naturais de afastar o grande incomodo que são as enxaquecas.