Estresse e seus sintomas

Conhecido como um dos principais males do mundo moderno, o estresse ainda não é considerado oficialmente uma doença, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), porém pode desencadear uma série de problemas físicos e psicológicos como infecções, alergias, gastrite, enxaqueca, obesidade, depressão e a síndrome do pânico.

O diagnóstico deve ser feito por um médico competente, porém na maior parte das vezes o que é chamado pelo paciente de “estresse” é na verdade cansaço ou esgotamento físico, causado por uma rotina agitada ou atividades repetitivas.

O que muitos não sabem é que o estresse é um fator que sempre esteve presente na natureza humana e também de outros seres vivos. É por meio dele que nosso corpo consegue reagir às inúmeras adversidades que encontramos no dia a dia. Mas o estresse em excesso pode se tornar um problema a partir do momento em que começa a causar danos à saúde de um indivíduo.


Sintomas do estresse

Muitos são os sintomas físicos e psicológicos que são desencadeados pelo estresse em excesso. Entre os principais estão a sensação de cansaço extremo, tristeza, dores pelo corpo, diarreia ou prisão de ventre, agitação em excesso, aflição, pânico, mudanças bruscas de humor, dificuldade de concentração, redução da libido, perda de memória, redução da produtividade no trabalho/escola, transpiração em excesso, aumento da pressão arterial, batimentos cardíacos acelerados, queda de cabelo, mau humor, insônia e outros.

Prevenção

A prevenção do estresse pode ser feita por meio de mudanças simples no estilo de vida de um indivíduo. Traduzindo a recomendação de muitos médicos, apenas um verbo pode ser a solução para quem sofre de estresse em excesso: “relaxar”.

Isso mesmo! Em meio a toda a agitação do dia a dia, é muito importante encontrar um meio de relaxar e deixar um pouco de lado as preocupações. Porém nem sempre conseguimos uma pausa em meio à rotina, assim é necessário procurar maneiras de se livrar da tensão antes que os problemas de saúde comecem a surgir.

A prática de atividades físicas é uma das principais aliadas no controle do estresse. Além de auxiliar no controle do peso, os exercícios físicos contribuem para a produção de hormônios benéficos ao nosso organismo e que causam uma sensação de bem estar.

Outras atitudes também podem contribuir como dormir mais, procurar evitar situações de ansiedade, deixar um pouco de lado as tecnologias como o celular, computador, tablet e outros dispositivos, rir mais, respirar profundamente, fazer sexo, ter uma alimentação balanceada e tentar ter pensamento positivo, mesmo quando as coisas não saírem conforme o planejado.

Osteoporose: como identificar, prevenir e agir

A osteoporose ocorre quando a densidade óssea diminui. Essa situação aumenta o risco de fraturas. Para que você entenda melhor, a medida em que o tempo passa, a formação de novas células ósseas para compor essa densidade diminui, deixando os ossos mais porosos e menos resistentes. A perda leve dessa densidade é conhecida como osteopenia e as maiores são de fato a osteoporose.

A diminuição dessa densidade óssea pode fazer com que fraturas espontâneas ocorram em impactos de menor intensidade, como por exemplo uma crise de tosse. A osteoporose é mais relacionada com o envelhecimento das pessoas e ocorre tanto entre homens quanto em mulheres, porém são nelas em que o surgimento vem antes – geralmente após a menopausa, uma vez que a produção do estrógeno diminui.

Hoje já passam de 10 milhões os brasileiros que sofrem de osteoporose. Em nosso país, uma a cada quatro mulheres que estejam com mais de 50 anos desenvolve essa doença. O resultado disso é um total de 2,4 milhões de fraturas anuais nos ossos em decorrência da osteoporose. E desse total, 200 mil pessoas morrem por causa das fraturas.

Entre as causas e os fatores de risco, podemos citar:

  • -Doenças hepáticas, endócrinas e reumatológicas;
  • -Alguns tipos de câncer;
  • -Alcoolismo, tabagismo e sedentarismo;
  • -Pouca exposição à luz solar;
  • -Deficiência de cálcio e vitamina D na alimentação;
  • -Ingestão de medicamentos que são à base de heparina ou cortisona;
  • -Produção deficiente de hormônios;
  • -Histórico familiar em relação a esta doença.

A identificação dessa doença é difícil, uma vez que ela inicia sem alardes. Geralmente é identificada quando ocorre uma fratura espontânea ou os ossos passaram a ficar mais fracos e porosos, não suportando os menores tipos de traumas.

Para diagnosticá-la é necessário fazer uma densitometria óssea por através de raio X. Esse exame não é invasivo e permite medir a densidade mineral do osso do paciente na coluna lombar e no fêmur. Após o exame o resultado é comparado com os valores de referência que já estão pré-estabelecidos e seus resultados são classificados da seguinte maneira: normal, osteopenia e osteoporose.

Em relação a prevenção, vale começar desde cedo fortalecendo os ossos de crianças e adolescentes por meio da ingestão de cálcio, vitamina D com a exposição adequada a luz solar e a prática de exercícios.

Uma alimentação bem equilibrada com alimentos ricos em cálcio como o leite, o iogurte e o queijo proporciona uma boa quantidade desse mineral para a fortificação dos ossos. Após identificada, o tratamento da doença deve ser proposto por um profissional da saúde com base naquilo que provocou o diagnóstico.

Câncer de Pele

Atualmente, o câncer de pele corresponde a quase 25% dos casos de câncer diagnosticados na população. Esse tumor se desenvolve através do crescimento anormal de determinadas células que fazem parte da pele e podem originar diferentes tipos de câncer, de menor ou maior gravidade.


Os principais sintomas da doença são o aparecimento de nódulos avermelhados ou em tonalidade escura na pele, que sangram com facilidade e se parecem com feridas que não se cicatrizam. Em muitos casos, o câncer de pele também se manifesta através de pintas ou manchas de aparência incomum que causam coceiras e sensações de incomodo na região.


Os fatores de risco que aumentam as chances de desenvolver esse tumor na pele são:


- Gênero e Idade


Segundo os médicos, a doença é mais comum nos homens do que nas mulheres, e costuma surgir principalmente após os cinquenta anos, pois quanto maior o tempo de vida, também é proporcionalmente maior o tempo em que a pele foi exposta ao sol.


- Histórico familiar da doença


Aqueles que possuem antecedentes na família de casos de câncer de pele possuem inevitavelmente mais chances de desenvolver a doença e devem realizar desde cedo consultas periódicas com um médico dermatologista.


- Características da pele


Pessoas com a pele mais clara, com muitas pintas e sardas pelo corpo, cuja pele apresenta queimaduras e vermelhidão ao permanecer exposta ao sol, possuem uma tendência maior de apresentarem a doença. Dessa forma, devem estar sempre atentos sobre o aparecimento de novas pintas e observar constantemente a coloração e o formato das mesmas.


A prevenção contra a doença é bem simples, basta ter alguns cuidados com a exposição da pele ao sol, como por exemplo, usar diariamente protetor solar fator 30, evitar se expor a luz solar durante as horas em que os raios UVA e UVB estão mais intensos, que são das 10h da manhã até as 16h da tarde e não menos importante, observar com atenção se estão aparecendo novas pintas ou manchas que parecem diferentes do comum na pele.


Ir com frequência ao dermatologista e procurar acompanhamento médico também são formas de prevenir o câncer de pele, não apenas para aqueles que apresentam fatores de risco, mas para toda a população. Através de consultas periódicas com um especialista, é possível identificar os sinais da doença de forma precoce e, caso o paciente esteja com câncer, as chances de cura se tornam bem maiores quando o diagnóstico é feito rapidamente.